10 anos.
Não consigo pensar no número sem ser atacado por uma nuvem de nostalgia, não fosse esse diário digital parte do meu próprio ADN.
Foram 10 anos carregados de aventuras, de sonhos, de sorrisos, mas também de desilusões - ora não estivesse a beleza da vida na sua imperfeição.
Neste tempo, o mundo mudou muito (nalguns casos para pior, outros para melhor), o digital também e, claro, eu também. Mal se isso não acontecesse.
No meio de tanta mudança, não perdi a curiosidade, nem a vontade de continuar a criar conteúdo, não à espera de retorno, mas porque sim, porque genuinamente me dá muito gozo.
Ao longo destes 10 anos, passaram por aqui perto de 4.000.000 de pessoas, um número impressionante que não consigo de todo visualizar, mas que à partida me parece muita gente.
Sem tornar este post lamechas, quero fazer um agradecimento em especial, a quem esteve aqui desde o dia 0.
A quem pedi para ver se o post fazia sentido, se as fotografias estavam bem editadas, a quem teve paciência e disponibilidade para ajudar, a quem acreditou.
A toda a gente que foi fazendo parte do processo e a todas as pessoas maravilhosas que fui conhecendo graças a esta plataforma.
Mandando para o Universo estas palavras, espero que os próximos 10 sejam quase tão fascinantes quanto estes.
Vão passando por cá.
The Cherry Is In YOUR Cake 🍒
Paulo
Estas fotografias não trazem com elas grande história.
Tirando o facto de hoje ser dia 2 do 2 de 2020, que por si, é uma coincidência engraçada.
Outra coisa a destacar, foram os 21.º de temperatura, quem sabe a anunciar uma primavera antecipada.
Este domingo cheio de sol, dá-nos logo outro ânimo para encararmos uma nova semana.
I want to make beautiful things, even if nobody cares.
Numa era de redes sociais e de likes, partilhas, comparações, cada vez mais sentimos a pressão de nos encaixarmos no conforto da norma, sob pena de nos sentimos excluídos.
A diferença e a individualidade são tão apregoadas e valorizadas (?), no entanto, continuamos a assistir a clonagens de fotografias, de ideias, de viagens e até de pessoas.
Tentamos todos fazer o mesmo (e ao mesmo tempo).
Fartamo-nos de conhecer a mesma pessoa, mas num corpo diferente.
A embalagem muda, mas o conteúdo parece ser o mesmo.
Tudo isso, cria um sentimento de pertença e ao mesmo tempo de exclusão.
De enorme exclusão.
Nunca vamos ser aquele modelo de fitness do Instagram, nem fazer aquelas fotografias fantásticas nas zonas mais recôndidas do nosso planeta.
Nem vamos ser os influenciadores que seguimos até porque, esses influenciadores só influenciam e são influenciados por outros influenciadores.
Já reparam nisso?
Façam um favor a vocês. Deixem de seguir modelos e influenciadores. Comecem a seguir artistas e designers. Vão perceber que a vossa perspetiva vai mudar.
Ao fim de um tempo, as vossas inseguranças serão menos acentuadas e será mais evidenciado o que melhor existe na humanidade: a capacidade de criar coisas maravilhosas.
Após oito anos a trabalhar em digital e com marcas, a minha perspetiva mudou completamente.
E essa mudança foi positiva. Retirando-me uma quantidade significativa de ansiedade, por não ter de anular a minha individualidade, visão e criatividade, consignando-me a repetir fórmulas gastas.
Não nos podemos incendiar, só para fazermos uma chama bonita para os outros.
Deixei de me associar em marcas em que não acredito, que não considero sustentáveis e que não valorizo a qualidade.
Crio, sem pressões, sem direções de outros, focando-me apenas na minha intuição e naquilo que faz sentido naquele momento. Sem medos e arrependimentos.
Parafraseando a citação acima, tenho-me focado em fazer aquilo que acho bonito (para mim) e o que considero significativo. E isso, tem-me dado uma liberdade criativa ímpar.
Acima de tudo, tem-me dado paz de espírito.
O maior luxo da atualidade, é a nossa paz de espírito.
Sigam a maior tendência de todas, serem vocês mesmos.
Abracem os vossos erros, imperfeições, caminhos errados e façam deles lições.
Ao mesmo tempo, não fiquem reféns do vosso passado. Aprendam com ele, mas não deixem que ele os defina. Nunca.
A perfeição não existe. E se existisse era tão aborrecida...
- P.
Sabe-se lá a que velocidade, mas passou mais um ano. Daqui a dois dias, faço anos.
Desde pequeno que me diziam que o tempo passava demasiado depressa.
Mas, nessa altura, somos imortais e achamos que o tempo demora muito tempo.
A verdade é que um ano desapareceu, quase à velocidade de um fast forward do comando da tv.
Muitas vezes, sinto que há tanto para fazer, que me falta o oxigénio e vida para tudo.
Foi um ano de desafios, dias de muito sol e dias muito cinzentos – mesmo quando o sol brilhava lá fora. Foi um ano de lições de filosofia. Afinal de contas, são as horas amargas que nos dão valentes lições.
Foi um ano em que ousei. Arrisquei e estatelei-me ao comprido uma série de vezes. Mas, afinal de contas, o que seria disto da vida sem riscos? Seria qualquer coisa sem tempero e sem grandes histórias para contar (e recordar).
Venha mais um ano. Cheio de novas lições, de descobertas, de experiências, de perdições e de motivos que me façam continuar a amar a vida.
Paulo
O verão já terminou, mas dele restam ainda alguns dias de sol e todas as fotografias e memórias que fomos colecionando ao longo dos dias quentes.
Estas fotografias foram tiradas no primeiro fim de semana de setembro, num fim de semana prolongado ao Algarve, em jeito de despedida do verão.
Fiz-me acompanhar pelo novo Jeep Compass, um carro incrível (e cheio de estilo), que deu a estes dias um sabor ainda mais especial.
Praia do Pêgo, quinta-feira 22 de agosto de 2019
Não evitarás as ondas porque a água está gelada. (Está sempre, tu sabes muito bem disso).
E por cada mergulho, apagarás um momento infeliz.
A cada onda, ficarás mais acordado para o que se segue.
A Comporta é já há vários anos o meu destino de eleição para férias. Vá e escapadinhas de fim de semana também.
Desta vez, vim na companhia do novo Jeep Renegade Special Edition Trail Rated. Que tem acrescentado a estes dias de descanso mais cor e diversão.
Nunca pensei guiar um carro amarelo de 170 CV que se vê a milhas em qualquer estacionamento que esteja.
O sistema de som integrado da Beats é absolutamente incrível, a juntar ao teto de abrir, perfeito para os fins de tarde a sair da praia.
Acompanhem mais desta aventura no Instagram.
*Post escrito em parceria com a Jeep Portugal*
Viajar. Viajar é dos verbos mais dinâmicos de toda a nossa existência. Viajamos, muitas vezes, sem sairmos do mesmo lugar. Todos nós, mais tarde ou mais cedo, acabamos por fazer "a última viagem" ou "a viagem das nossas vidas".
Viajamos por uma série de motivos. Por prazer, obrigação, para fugir.
Para nos cansarmos. Estarmos em paz. Sob esforço. Por amor.
Às vezes, viajamos na maionese. Conhecem a expressão?
"Viajar na maionese", não deixa de ser viajar. Mesmo que nos atire brutalmente ao chão.
Sem saber muito bem o que fazer (ou como). Ou, então, sabendo ainda menos do que antes sabíamos.
A dúvida também ela é um começo de viagem. Talvez a melhor de todas.
De todas as viagens que fiz, talvez as melhores foram as interiores. - quando me perguntam qual foi a minha viagem preferida.
De uma viagem, há 8 anos, nasceu este blogue e não quis que a data passasse em branco.
Obrigado por irem passando por cá.
Férias. Aquela palavra quase mágica que rima com descanso, com passeios, acordar sem não-sei-quantos-despertadores, por a leituras de livros em dia. E as séries, não nos esqueçamos delas!
De andar descalço ou em chinelos e fazer dos calções de banho um uniforme.
Vou só ali e volto já...
INGREDIENT
Lifestyle blogger based in Lisbon. Passionate about style, travelling and music. Feel free to e-mail me at pc@thecherryisonmycake.com
CHERRY FACETS
PUBLIC Hotel New York City | an Ian Schrager Hotel
No coração de Manhattan, em Lower East Side, nasceu, há menos de um ano, um dos hotspots da cidade que nunca dorme. Chama-se Public Hote...







