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The Cherry Is On My Cake




Antes de mais, este texto é uma opinião pessoal. Um manifesto. Uma série de palavras acorrentadas umas às outras, para nos fazer pensar todos um bocado.

Vivemos colados às redes sociais. Mesmo que digam que não, o vosso telemóvel é uma fiel testemunha. Diz-vos com exatidão o número de horas, minutos e segundos em que estiveram entretidos a vasculhar entre fotografias de amigos, conhecidos e desconhecidos. As férias exuberantes, a vida fitness que nos deixa cansados só de ver e os casais estupidamente felizes.

Estamos prontos a fazer juízos de valor, a compararmo-nos. A achar que a nossa vida (afinal), não é assim pródiga, altruísta, entusiasmante e cheia de coisas fantásticas a acontecer a cada meia dúzia de horas que passam.

Fazemos ilações. Comparamo-nos. Achamos que a nossa vida não é assim tão fascinante, passamos demasiado tempo a procrastinar, não fomos ao ginásio cinco vezes durante a semana, não bebemos batidos milagrosos e nossa pele é cheia de imperfeições. E isso é ok!

Várias publicações despertam-nos para o facto de vivermos naquilo que se pode chamar "A Era da inveja".

As redes sociais trouxeram-nos a proximidade. A ligação a pessoas com quem tínhamos perdido o contacto, a capacidade de conhecermos outras pessoas, de promover negócios e mais um rol de outras coisas.

Mas, não se esqueçam que aquela realidade que todos mostramos é uma realidade filtrada. Editada. Uma realidade em que estamos todos muito bem, somos demasiado felizes e estamos a viver os melhores momentos das nossas vidas. Ainda que a nível global, o COVID não dê tréguas, nem tão pouco o aquecimento global. Estamos faz-de-conta-bem para uma data de outros felizes desconhecidos e isso é fixe.

Não, não é assim tão fixe!

Porque, como todos sabemos, a parte cinzenta fica sempre fora das redes sociais. As nossas angústias. Medos. As vezes todas que sentimos que o nosso desempenho social, profissional e amoroso é abaixo do que é esperado.

Ter inveja de quê afinal?

1. Todos temos experiências diferentes
Mesmo que sejamos mestres da imitação ou irmãos gémeos de alguém as nossas vidas vão ser SEMPRE diferentes. Somos frutos não só das nossas experiências, mas da forma como as lemos, aprendemos, observamos e interpretamos as nossas compreensões. Podemos aprender com os outros. Podemos aprender com o exemplo. Mas os nossos resultados e perceção vão ser sempre diferentes.

2. Comprarmo-nos limita-nos

Somos e, seremos sempre, seres únicos. Tudo o que fazemos e somos diz respeito tão, e tão somente a nós mesmos.

3. Compararmo-nos gera stress

Se nos concentrarmos demasiado nos outros, no que fazem, como vivem a sua vida, o que vestem, onde vão, etc, perdemos coisas importantes na nossa própria vida e stressamo-nos. Para mudarmos coisas nas nossas vidas, temos de adaptar o que queremos ao que temos. Às nossas próprias capacidades e às ferramentas que possuímos (ou que vamos precisar de procurar desenvolver). Cliché ou não, não é a meta o objetivo. Mas o que aprendemos pelo caminho.

4. Não se ganha nada com isso

A comparação não é uma espécie de competição. Ninguém ganha uma medalha no fim. Impressionemo-nos não com os outros, mas com o que já somos e com tudo aquilo que podemos ser, se quisermos.

5. Enfatizemos a nossa própria vida

Valorizemos as nossas qualidades. A nossa capacidade de superação. As vezes todas em que nos apareceram problemas irresolvíveis, mas que conseguimos desmontar tudo em peças.

Um último reforço. Estas palavras são um convite. Não vale mesmo a pena queremos a vida de outra pessoa. Trilhemos o nosso próprio percurso, valorizando todas as nossas pequenas vitórias. Não podemos ter pena de nós próprios, nem dar o poder das nossas escolhas a ninguém.

A inveja está por aí, a flutuar. Não precisamos fazer parte dela.

Sejamos o melhor que pudermos ser. À nossa maneira.


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Capri, Itália, agosto de 2020.

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Fragmentos de verão



Um dia, vou comparar-te a um dia de verão

Ao mais envolvente, quente, brilhante

Vais viver para sempre

Como vivem todos os fragmentos dos dias quentes

Das nossas infâncias.



E as estações vão passar,

Mas nunca perderás o mar nos olhos

A areia entre os dedos dos pés

O sabor a melancia gelada.



                                                   PCS













 
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 PALADIN lança Varandas à Portuguesa para ajudar os Arraiais de Lisboa




Santos Populares à janela? Sim, com a PALADIN.

Este ano, os tão acarinhados Santos Populares não serão celebrados em Lisboa nos moldes dos anos anteriores.

Isso não impede que não sejam celebrados e que o espírito positivo e a alegria dos Santos Populares não possam ter lugar.

A PALADIN, desafia os lisboetas a celebrar à janela!

A marca portuguesa de temperos, que há vários anos patrocina os Santos Populares, vai lançar uma ação inédita que permitirá fazer a festa à varanda, em segurança, e ainda ajudar 20 associações, comissões de festas e grupos desportivos/ recreativos que todos os anos organizam os famosos arraiais pela cidade.

Ao todo serão 12 bairros envolvidos - Alcântara, Campolide, Carnide, Estrela, Bica, Alfama, Olivais, Mouraria, Expo, Vila Berta, Graça e Benfica - e 20 associações nesta ação promovida pela PALADIN para não deixar cair as celebrações e possibilitar a estas entidades alguma rentabilidade apesar do cancelamento oficial das Festas de Lisboa.

A PALADIN desenvolveu milhares de kits Varandas à Portuguesa – compostos por bandeiras, enfeites e vários molhos da marca – que estão a ser distribuídos pelas 20 associações e grupos destes 12 bairros a todos os moradores sob o apelo de que celebrem os Santos Populares à janela e desafiem os vizinhos a juntar-se à festa.

Por cada kit distribuído, a PALADIN atribui um valor monetário a estas 20 associações e grupos.

Para além deste donativo, a PALADIN criou ainda um menu de petiscos e bebidas, disponível para home delivery (em parceria com a Uber Eats) para que não faltem os tradicionais petiscos à mesa dos lisboetas e para ajudar as entidades envolvidas a tirar o máximo retorno desta celebração. 

Uma excelente iniciativa!

“Este ano, inesperadamente, os Bairros Lisboetas não se encherão de pessoas, cores, música, festa e sardinhas o que representa uma perda para toda a cidade, mas também um impacto económico significativo para todos aqueles que dependem financeiramente deste grande evento e que, todos os anos, se dedicam a proporcionar aos lisboetas e visitantes uma festa ímpar pelas ruas da cidade”, refere Carlos Mendes Gonçalves. “Ficámos muito sensibilizados com a situação que afeta associações, comissões de festas e grupos desportivos/recreativos, e por isso lançámos esta ação que vai permitir reinventar os Santos Populares, em segurança, e à janela, e dar ânimo aos bairros que assim conseguirão minimizar as perdas sentidas pelo cancelamento das festividades”, acrescenta o responsável.




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https://www.instagram.com/pauloczr/

O título pode ser enganador.

Na verdade, não me fui embora para ter voltado. Nem sequer fui a lado nenhum. Não estivéssemos nós numa espécie de prisão domiciliária.

Nestes (quase) dois meses, desde a última publicação, tenho estado mais pelo Instagram. 

Felizmente, ainda não me deu para o Tik Tok, mas nada contra. Experimentei, mas não achei que fosse a minha praia. Nada a ver com o preconceito de que o público alvo é mais jovem. Deixem-se de coisas com as idades, cada um faz o que lhe apetece.

Não sou das pessoas mais sociáveis. Gosto de estar sozinho. Mas por minha opção. Tudo o que é forçado, dá-me logo vontade de ser transgressor e de fazer o contrário... 

No entanto, em alturas de COVID-19, a maior transgressão que podemos fazer é termos todos os cuidados e seguir todas as recomendações. Para o bem de todos.

Não me deu para cozinhar, o que é pena. Mas deu-me para ouvir muito música, fazer uns rabiscos aqui e ali, escrever umas palavras, ler, pôr as séries em dia e fazer um curso online.

É inevitável que nestas alturas nos questionemos. Coloquemos coisas em perspetiva, fazer balanços e perceber o que é essencial e o que é tão simplesmente acessório.

Descobri uma coisa que já desconfiava.

Posso viver sem lojas, sem restaurantes, sem andar de carro ou de apanhar um avião para outro país. Mas não consigo viver sem música, livros, filmes, sem arte. Que existe uma linha demasiado ténue entre a sanidade e a loucura, que só se mantém pela arte.A cultura é acima de tudo um bem de primeira necessidade da Humanidade.

Esperam-se dias melhores.

Tinha saudades de vir aqui dizer-vos coisas.

Volto em breve.



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Ainda estamos todos meio à nora, à procura de uma qualquer lógica nisto tudo, a adaptarmos-nos a esta nova realidade. 

Talvez nada aconteça por acaso. Na volta, tudo isto vai servir para que nos lembremos sempre (e a cada dia que passa), que tudo na vida é temporário. Por mais que nos custe aceitar.

As coisas, as pessoas, os momentos.

Que se calhar nem é assim tão importante quantas vezes fomos viajar durante o ano, ou quantas vezes jantamos fora por mês, ou as carradas de objetos e de coisas que até-nem-gostamos-assim-tanto, mas estão em saldo, por isso, pronto compramos.

E que as melhores coisas da vida não têm preço, como estarmos com todos aqueles que gostamos.

Mas, estarmos mesmo! E não de telemóvel na mão, a viver intensamente o que o desconhecido X e Y estão as colocar nas redes sociais. 

Ou, simplesmente, a fingir que estamos felicíssimos, quando na verdade... “vocês sabem lá”.

Somos uma geração de tanta gente triste, mas com fotografias felizes…

Já viram, a liberdade é uma coisa do caraças e agora, estamos a bebê-la a conta gotas e na esperança que tudo isto tenha sido só mais um episódio marado de Black Mirror, ora não fosse a realidade, tanta vezes, superior à ficção no que toca a chapadas de luva branca.

Desdramatizando agora um bocadinho, fui buscar esta fotografia ao arquivo. Pareço pleno, mas antes já tinha comido uns 20 canapés! ahah 😂





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Lifestyle blogger based in Lisbon. Passionate about style, travelling and music. Feel free to e-mail me at pc@thecherryisonmycake.com

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